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183
Ano: 2012  Vol. 16   Num. Suppl. 1  - May
DOI: 10.7162/S1809-977720120S1PO-014
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11º CONGRESSO DA FUNDAÇÃO OTORRINOLARINGOLOGIA - Poster Otorhinolaryngology
TextoTexto em Inglês
SÍNDROME DA FISSURA ORBITÁRIA SUPERIOR À ESQUERDA E PARALISIA FACIAL PERIFÉRICA À DIREITA APÓS FRATURA DE BASE DE CRÂNIO
SYNDROME OF THE SUPERIOR ORBITAL FICTION TO THE LEFT AND PERIPHERAL FACE PARALYSIS TO THE RIGHT AFTER BREAKING OF SKULL BASE
Author(s):
Norimar Hernandes Dias, Thalita Azevedo Fracalossi, Alessandra Loli, Luis Alan Cardoso de Melo, Regina Helena Garcia Martins, Jair Cortez Montovani
Palavras-chave:
Resumo:

OBJETIVO: relatar os detalhes do caso de um paciente com Síndrome da Fissura Orbitária Superior à esquerda e Paralisia Facial Periférica (PFP) à direita como consequência de trauma de crânio. RELATO DE CASO: Paciente masculino, pardo, 30 anos, vítima de trauma crânio-encefálico em região occipital por queda de dois metros de altura. Perda da consciência imediata e vômitos recorrentes, levado pelo SAMU ao setor de emergência do Hospital Universitário, aonde já chegou consciente, Glasgow 15, hemodinamicamente estável, respirando espontaneamente, com otorragia à esquerda. Queixava-se de cefaleia e dor retro-orbital à esquerda, hipoacusia bilateral pior à esquerda além de alteração visual (diplopia). Ao exame físico, hemotímpano à direita e otoliquorragia à esquerda (sinal do duplo halo positivo). No olho esquerdo pupila midriática, não fotorreagente, oftalmoplegia e ptose palpebral (comprometimento do III, IV, ramo oftálmico do V e VI pares de nervos cranianos). PFP à direita grau VI de House-Brackmann (diagnóstico topográfico - lesão supragenicular). Na tomografia computadorizada identificado fratura complexa de base de crânio acometendo osso esfenoide (corpo, asa maior e menor), e osso temporal bilateral (fratura oblíqua à direita e fratura longitudinal à esquerda), além de pequenas áreas de pneumoencéfalo. Submetido à tratamento clínico inicial. CONCLUSÃO: trata-se de um caso incomum, no qual a fratura de base de crânio apresentou-se com Síndrome da Fissura Orbitária Superior à esquerda e PFP à direita. É importante observar que apesar da gravidade das fraturas cranianas, o paciente se manteve o tempo todo, desde que foi admitido no hospital, com Glasgow 15.

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