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21
Ano: 2012  Vol. 16   Num. Suppl. 1  - May
DOI: 10.7162/S1809-9777201200S1O-003
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11º CONGRESSO DA FUNDAÇÃO OTORRINOLARINGOLOGIA - Oral Presentation Otorhinolaryngology
TextoTexto em Inglês
EPISTAXE SEVERA: PROTOCOLO DE DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO CIRÚRGICO ENDOSCÓPICO EM 59 PACIENTES
SEVERE EPISTAXIS: PROTOCOL OF DIAGNOSIS AND SURGICAL ENDOCOPIC TREATMENT IN 59 PATIENTS
Author(s):
Jan Alessandro Socher, Pedro Geisel Santos, Beatriz Brittes Kamiensky
Palavras-chave:
Resumo:

Objetivo: Descrever e discutir protocolo de atendimento emergencial para diagnóstico topográfico e tratamento cirúrgico endoscópico realizado em pacientes com epistaxe severa. Material e métodos: Entre março 2004 a fevereiro 2012 foram tratados endoscopicamente 59 pacientes com epistaxe severa. Os pacientes eram submetidos a exame endoscópico para o diagnóstico topográfico e então estabelecido a cauterização do ponto hemorrágico ou ligadura das artérias esfenopalatina e/ou etmoidal anterior. Nos casos suspeitos a complementação era realizada através de tomografia computadorizada. Os pacientes foram operados por técnica endoscópica com óticas de 30 e 45 graus e material adequado. Resultados: Do total, 36 casos estavam relacionados a complicação pós-operatória nasossinusal, 20 casos espontâneos e 3 de epistaxe relacionados a tumores nasossinusais. Em 49,1% dos casos identificou-se epistaxe posterior e foi necessário a ligadura da artéria esfenopalatina e seus ramos. Em 8,4% dos casos visualizou-se o ponto hemorrágico no corpo ou cauda do corneto inferior exigindo cauterização em 5 pacientes. Ainda, em 3,3% dos casos se identificou sangramento em septo posterior exigindo cauterização em 2 pacientes. Em 17% dos casos identificou-se epistaxe superior e foi necessário a ligadura da artéria etmoidal anterior. Em 22% dos casos não se identificou precisamente o foco da epistaxe e assim procedeu-se a ligadura das artérias esfenopalatina e etmoidal anterior. Nenhum paciente apresentou novo episódio de epistaxe no pós-operatório recebendo alta hospitalar geralmente entre 8 a 48 horas. Conclusão: O endoscópio demonstrou ser uma ferramenta útil no diagnóstico topográfico e as técnicas cirúrgicas endoscópicas foram seguras e eficazes no tratamento da epistaxe severa.

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