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39
Ano: 2012  Vol. 16   Num. Suppl. 1  -
DOI: 10.7162/S1809-9777201200S1O-021
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11º CONGRESSO DA FUNDAÇÃO OTORRINOLARINGOLOGIA - Oral Presentation Otorhinolaryngology
TextoTexto em Inglês
RESULTADOS FALSO-NEGATIVOS EM PROTOCOLOS DE TRIAGEM AUDITIVA
RESULTS FALSE-NEGATIVES IN PROTOCOLS OF AUDITORY SELECTION
Author(s):
Letícia Gregory, Álissa Barbosa, Helena Mozzaquatro Jacques, Maiara Santos Gonçalves, Adriane Ribeiro Teixeira
Palavras-chave:
Resumo:

Objetivo: verificar a taxa de resultado falso-negativo em protocolos de triagem auditiva. Metodologia: foram analisados 1.326 protocolos de crianças avaliadas na triagem auditiva de um consultório particular entre 2002 e 2009. A triagem constou de anamnese e registro das emissões otoacústicas evocadas transientes (EOAET). O critério de "falha" era ausência de EOAET em uma ou ambas as orelhas. Resultados: a idade das crianças variou de um mês a seis anos. Dos 1.326 protocolos, houve "falha" em ambas as orelhas em 41 (3,09%) deles (Grupo 1); "falha" apenas na orelha direita (OD) em 28 (2,11%) (Grupo 2) e "falha" apenas na orelha esquerda (OE) em 29 (2,19%) (Grupo 3). Para o reteste, retornaram 13 (31,7%) crianças do Grupo 1, sendo 9 (69,2%) com registro de "passa" e 4 (30,8%) de "falha"; 9 (32,14%) crianças do Grupo 2, sendo 100% com registro de "passa"; 8 (27,59%) crianças do Grupo 3, sendo 5 (62,5%) com registro de "passa" e 3 (37,5%) de "falha". Considerando os resultados dos 3 Grupos, a taxa de resultado falso-negativo foi de 76,6%. Conclusão: nos protocolos analisados verificou-se que 76,6% das crianças que falharam na triagem passaram no reteste. Condições alteradas de orelha externa/média podem justificar este achado. Salienta-se o elevado índice de evasão no reteste, fator limitador para que se encontrasse uma estimativa mais precisa da taxa de falso-negativo e o objetivo proposto fosse contemplado de forma mais fidedigna.

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