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42
Ano: 2012  Vol. 16   Num. Suppl. 1  -
DOI: 10.7162/S1809-9777201200S1O-024
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11º CONGRESSO DA FUNDAÇÃO OTORRINOLARINGOLOGIA - Oral Presentation Otorhinolaryngology
TextoTexto em Inglês
IMPLANTE BIODEGRADÁVEL EM MUCOSA DE SEIO MAXILAR: UMA NOVA FERRAMENTA NO TRATAMENTO DA RINOSSINUSITE CRÔNICA?
BIODEGRADABLE IMPLANTATION IN MUCOUS SINUS TO MAXILLARY: A NEW TOOL IN THE TREATMENT OF THE CHRONIC RINOSINUSITES?
Author(s):
Andre Coura Perez, Wilma Terezinha Anselmo-Lima, Armando da Silva Cunha Junior, Sílvia Ligório Filho, João Vicente Dorgam, Adriana de Andrade Batista Murashima
Palavras-chave:
Resumo:

Introdução: Várias opções terapêuticas foram sugeridas para a melhora da rinossinusite crônica. Pensando em melhorar a qualidade de vida dos pacientes com doenças do humor vítreo, os oftalmologistas começaram a utilizar recentemente implantes biodegradáveis com corticóide na tentativa de reduzir o número de procedimentos cirúrgicos. Estes implantes podem ser uma alternativa no tratamento da RSC. Objetivo: Avaliar histologicamente a mucosa de seio maxilar de coelhos após a colocação de implante biodegradável de prednisolona. Materiais e Métodos: Dezoito coelhos foram divididos aleatoriamente em dois grupos iguais: Grupo 1: no seio maxilar esquerdo foi inserido um implante biodegradável com prednisolona; Grupo 2: No seio maxilar esquerdo foi inserido um implante biodegradável sem medicação. Os seios maxilares do lado direito serviram como controle. Após 7, 14 e 28 dias foram escolhidos aleatoriamente três coelhos de cada grupo e a resposta tecidual inflamatória foi avaliada. Resultados: Foi encontrada diferença não significativa de inflamação na mucosa,quando comparamos o grupo de coelhos que receberam implantes com e sem medicação com o grupo controle;ou quando comparamos o grupo que recebeu implante com prednisolona com o grupo que recebeu implante sem medicação. Conclusão: Mesmo com uma amostra de tamanho reduzido não foram observados sinais de toxicidade ou inflamação na mucosa do seio maxilar do coelho à presença do implante com ou sem prednisolona. Novas pesquisas com amostragem maior devem esclarecer a importância desta terapia para a RSC.

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