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82
Ano: 2012  Vol. 16   Num. Suppl. 1  - May
DOI: 10.7162/S1809-9777201200S1F-022
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11º CONGRESSO DA FUNDAÇÃO OTORRINOLARINGOLOGIA - Oral Presentation Audiology
TextoTexto em Inglês
ESTUDO DE CASO: DISTÚRBIO VOCAL E DE SISTEMA ESTOMATOGNÁTICO EM CRIANÇA RESPIRADORA ORAL
CASE STUDY: VOICE DISORDER AND THE STOMATOGNATHIC SYSTEM OF MOUTH BREATHING CHILDREN
Author(s):
Mara Keli Christmann, Carla Aparecida Cielo, Andrielle de Bitencourt Pacheco, Joziane Padilha de Moraes Lima, Bruna Franciele da Trindade Gonçalves, Ana Paula Blanco-Dutra
Palavras-chave:
Resumo:

Objetivo: verificar a presença de distúrbio vocal e do sistema estomatognático em uma criança respiradora oral. Relato de caso: paciente do sexo feminino, 11:7 anos de idade, com diagnóstico fonoaudiológico de respiração oral, avaliada em clínica-escola com anuência prévia dos responsáveis por meio do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido da pesquisa. Na anamnese, referiu-se presença de hábitos orais prolongados, bruxismo, dificuldades na mastigação de alimentos consistentes, sialorréia noturna, ronco, crises alérgicas e queixa de rouquidão. Na avaliação do sistema estomatognático, observou-se hipotensão de lábios, língua e bochechas, má oclusão, mastigação unilateral à direita, deglutição adaptada em decorrência da má oclusão e da hipotensão lingual e ceceio lateral. A análise vocal perceptivoauditiva foi realizada sobre a emissão de números de um a vinte, meses do ano e dias da semana e nomeação de figuras, verificando-se tipo de voz discretamente rouca e hiponasal e moderadamente soprosa; foco de ressonância moderadamente laríngeo e discretamente hiponasal; pitch moderadamente grave; loudness, gama tonal e modulação da loudness adequadas Conclusão: a criança avaliada apresentou alterações moderadas do sistema estomatognático e disfonia discreto-moderada possivelmente decorrente do modo respiratório oral que gera alterações nas estruturas e funções orofaciais, bem como na função fonatória. A presença de rouquidão e soprosidade (ruído acústico) contribuem com o pitch grave a ressonância laríngea e possivelmente estejam associadas à ausência das funções nasais (aquecimento, umidificação, filtração) sobre o ar inalado que passa pelas pregas vocais, o que também justifica a hiponasalidade.

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