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87
Ano: 2012  Vol. 16   Num. Suppl. 1  - May
DOI: 10.7162/S1809-9777201200S1F-027
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11º CONGRESSO DA FUNDAÇÃO OTORRINOLARINGOLOGIA - Oral Presentation Audiology
TextoTexto em Inglês
REFLUXO LARINGO-FARÍNGEO EM REPÓRTERES DE TV SEM QUEIXAS VOCAIS E DISPÉPTICAS
LARYNGOPHARYNGEAL REFLUX IN TV REPORTERS WITHOUT VOCAL COMPLAINTS AND DYSPEPTIC
Author(s):
Carla Marques de Sousa Xavier, Camila Mayumi Abe, Lídia Cristina da Silva Teles, Christiano de Giacomo Carneiro, Olivia Mesquita Vieira de Souza, José Roberto Pereira Lauris
Palavras-chave:
Resumo:

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e o refluxo laringo-faríngeo tem diferenças, dentre elas as manifestações atípicas de refluxo, comuns no paciente com RLF, tais como clareamento da garganta, globo faríngeo, disfonia, pigarro e tosse. Destes, o RLF pode aparecer de forma silente. Neste sentido, os repórteres de TV devem realizar avaliação laríngea e vocal periódica, visto que utilizam à voz intensamente, tem a alimentação inadequada e o cotidiano estressante, favorecendo o aparecimento de RLF. Objetivo: Descrever os achados do exame de nasolaringoscopia relacionados ao RLF em repórteres de TV. Material e método: Casuística, 12 repórteres de TV, sem queixas vocais e dispépticas, submetidos ao exame de nasolaringoscopia no ambulatório de otorrinolaringologia do HRAC- USP/campus Bauru. As análises dos exames foram realizadas por um otorrinolaringologista, com experiência na área e foi realizada discussão dos casos com 3 fonoaudiólogas. Resultados: Sete (58,33%) dos 12 repórteres de TV apresentaram sinais de RLF. Destes, em cinco (41,66%) foi observada hiperemia das aritenóides; três (25%) hiperemia de região supraglótica; um (8,33%) laringite; dois (16,66%) hiperemia de pregas vocais e um (8,33%) granuloma de 1/3 posterior. Quatro (33,33%) repórteres de TV apresentaram mais de um sinal sugestivo de RLF. Conclusões: Profissionais da voz sem queixa vocal e sem sintomas de doença do refluxo gastroesofágico, tem revelado sinais da presença de RLF, o que aponta a importância da avaliação da laringe por meio do exame da nasolaringoscopia, principalmente em repórteres de TV, pois a mínima alteração laríngea pode prejudicar o seu desempenho vocal.

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