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Ano: 2009  Vol. 13   Num. 2  - Abr/Jun Print:
Editorial
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Editorial
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Author(s):
Geraldo Pereira Jotz
Palavras-chave:
Prezado (a) Colega,

A verso eletrnica da Revista @rquivos Internacionais de Otorrinolaringologia tem apresentado um crescente aumento de consultas nos primeiros quatro primeiros meses do ano de 2009. Para se ter uma idia, os arquivos da Revista foram acessados 15.926 vezes no ms de janeiro de 2009, sendo que no ms de abril de 2009 o nmero de acessos subiu para 22.833 vezes que eles foram exibidos com sucesso. Quanto s respostas fornecidas pelo nosso servidor a uma solicitao feita pelo navegador, estas somam a ordem de 20.654 no ms de janeiro de 2009 e, de 33.705 no ms de abril de 2009. Essas estatsticas foram fornecidas pela empresa Locaweb, onde est hospedado o nosso site.

Este nmero da Revista @rquivos volta a contemplar o tema Doena do Refluxo Grastroesofgico, desde a clssica publicao de James Koufman de 1991, publicada na renomada revista Laryngoscope (101 - Suppl 53) a respeito dos Aspectos Otorrinolaringolgicos e a Doena do Refluxo Gastroesofgico. Aps esta publicao, nas ltimas duas dcadas tem-se observado inmeros artigos Nacionais e Internacionais a respeito do tema, com abordagens das mais diversas. O artigo "Relao entre Achados Videonasolaringoscpicos e pH-metria Esofgica em Crianas com Manifestaes Clnicas de Refluxo Extra-esofgico" demonstra que 66% das crianas apresentam pHmetria alterada, procurando alertar ao leitor para uma considervel prevalncia da Doena do Refluxo Gastroesofgico em crianas com afeces respiratrias e/ou otorrinolaringolgicas de repetio.

A pesquisa em seres humanos constitui um dos mais importantes captulos da tica mdica. Na ltima dcada, a investigao passou a ser dirigida por empresas que, trabalhando em funo do lucro tem que garantir a aplicao e comercializao dos resultados. Este novo modelo de investigao tem gerado conflitos de interesses nas relaes mdico-doente e pesquisador-pesquisado. A inevitvel crise e a reao da mdia e dos rgos governamentais tm levado ao desvio destes ensaios de desenho polmico para regies do globo terrestre onde a vulnerabilidade das populaes continua a permitir a sua realizao.

A experimentao em seres humanos e as condies que levaram sua regulamentao, desde o Cdigo de Nuremberg, seguindo-se a Declarao de Helsinque nas suas diferentes verses, defendem o experimentado de acordo com a tica em vigor na medicina ocidental.

Dentre os desafios que teremos pela frente, certamente estar uma pesquisa cada vez mais regulamentada com parmetros internacionais, onde a educao biotica deve estar inserida e ser captada por todos os envolvidos: patrocinadores, pesquisadores, pacientes, instituies universitrias e o pblico em geral.

Desejamos a voc uma boa leitura.

Um forte abrao!


Geraldo Pereira Jotz
Editor - Revista @rquivos Internacionais de Otorrinolaringologia
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