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Ano: 2009  Vol. 13   Num. 3  - Jul/Set Print:
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Avaliao Audiolgica e de Emisso Otoacstica em Indivduos Expostos a Rudo e Praguicidas
Audiologic and Otoacoustic Emission Evaluation in Individuals Exposed to Noise and Plaguecides
Author(s):
Heraldo Lorena Guida1, Renata Graziele Morini2, Ana Cludia Vieira Cardoso1.
Palavras-chave:
audio, praguicidas, rudo, perda auditiva provocada por rudo.
Resumo:

Introduo: A perda auditiva induzida por rudo (PAIR) estudada h muitos anos, e atualmente a literatura especializada estuda tambm a ao sinrgica dos produtos qumicos. Objetivo: Pesquisar os achados audiolgicos e EOAPD em trabalhadores expostos ao rudo ocupacional e a praguicidas, e comparar com os dados obtidos em indivduos sem exposio a estes elementos insalubres. Mtodo: Foram avaliados 51 indivduos (102 orelhas), divididos em trs grupos. O grupo I foi composto de 17 trabalhadores com exposio a rudo e praguicida, todos portadores de perda auditiva neurossensorial; grupo II por 17 trabalhadores com exposio a rudo e praguicidas com limiares audiomtricos dentro dos padres da normalidade (at 25 dBNA) e o grupo III por 17 indivduos saudveis sem alteraes auditivas e sem exposio a rudo e praguicidas, grupo controle. Resultados: Na anamnese audiolgica, considerando os grupos I e II observou-se que as principais queixas auditivas apresentadas pelos trabalhadores foram as de recrutamento (29,5%), zumbido (26,5%), alergia (23,5%) e hipertenso arterial (12%). Os achados da audiometria indicaram que os sujeitos da pesquisa no apresentaram perdas auditivas nas frequncias de 500 Hz, 1 e 2 kHz, as perdas ocorreram nas frequncias entre 3 e 8 kHz. Em relao as emisses otoacsticas produto de distoro (EOAPD), foi observado que os indivduos do grupo III apresentaram maior incidncia de respostas, quando comparados com os sujeitos dos grupos I e II. Concluso: A anlise dos resultados nos permitiu concluir que o teste de EOAPD representa uma importante ferramenta para o acompanhamento e preveno da PAIR.

INTRODUO

O rudo um agente fsico originado da superposio de vrios movimentos de vibrao sonora aperidica, com diferentes frequncias. Est presente em grande parte nas atividades sociais e ocupacionais, provocando uma sensao desagradvel aos ouvintes (1). Isoladamente, apresenta perigo sade quando o nvel sonoro superior a 80 dB, dependendo da durao e da exposio sistemtica a ele. Por esta razo, a partir desta intensidade sonora, faz-se audiometria periodicamente em indstrias (2).

A perda auditiva induzida por rudo (PAIR) apresenta as seguintes caractersticas: sempre neurossensorial, em decorrncia das leses que acometem as clulas ciliadas da cclea; irreversvel e, quase sempre, de origem bilateral; raramente atinge o grau de perda auditiva profunda. Tambm foi enfatizado que, inicialmente, a PAIR acomete as regies das frequncias de 6, 4 ou 3 kHz, podendo com a progresso da perda, atingir as regies de 8, 2, 1 kHz, 500 e 250 Hz. Alm disso, o indivduo pode apresentar zumbido e desconforto a sons intensos, e uma vez cessada a exposio ao rudo, no h progresso da perda. O tempo de exposio e a susceptibilidade individual tambm so fatores que podem influenciar o aparecimento da doena (3).

Em pesquisa realizada com trabalhadores da indstria da regio metropolitana de Salvador foi observada uma prevalncia de 35,7% de PAIR, sendo que houve uma alta prevalncia de PAIR unilateral, 18% dos trabalhadores avaliados (4). Outra pesquisa avaliou a audio de 826 trabalhadores metalrgicos e observou PAIR unilateral em 40% dos casos (5).

Estudo realizado para analisar as queixas auditivas e extra-auditivas em indivduos expostos a rudo mostrou que a queixa auditiva mais citada foi o zumbido e a queixa extra-auditiva foi hipertenso arterial (6).

Na avaliao de pacientes expostos ao rudo, vrios mtodos podem ser utilizados, como a audiometria tonal limiar (7) e a audiometria de alta frequncia, mas esta ltima, no a mais vivel e no existe consenso em relao aos critrios de interpretao (8), e ainda, ambas apresentam o fator de subjetividade em seus resultados.

Outro teste que apresenta um grande potencial clnico so as emisses otoacsticas (EOAs). um exame rpido, objetivo e de fcil aplicao. As alteraes cocleares decorrentes da exposio a elevados nveis de presso sonora e a produtos qumicos podem provocar precocemente mudanas na amplitude delas, que so originadas no rgo de Corti, pelas clulas ciliadas externas.

Estudo realizado recentemente com emisses otoacsticas produto de distoro (EOAPD) e trabalhadores expostos a rudo pulstil, concluiu que ocorreu uma reduo na amplitude de respostas em todas as frequncias pesquisadas (9).

Outro estudo analisou 338 voluntrios antes e depois da exposio ao rudo, observou-se que enquanto a mdia das amplitudes das emisses otoacsticas diminuram significativamente, a mdia de limiares audiomtricos no mudou, os autores concluram ento que as emisses otoacsticas podem, portanto, ser um preditor para o diagnstico de perda auditiva induzida por rudo (10).

Nessa mesma linha de pesquisa, outros autores avaliaram 74 trabalhadores, divididos em expostos e no expostos ao rudo, os resultados sugerem que a exposio ao rudo ocupacional pode provocar alteraes nos registros das EOAPD, mesmo em indivduos com exame de audiometria tonal dentro de limites aceitveis, indicando que este exame pode ser importante como mtodo de diagnstico precoce da perda auditiva induzida por rudo ocupacional (11).

Atualmente outros agentes insalubres esto sendo estudados concomitantes ao rudo, como por exemplo, os produtos qumicos. As substncias qumicas agem de forma lenta, insidiosa, acumulando-se no organismo (12). O comprometimento em alta frequncia parece ser um dos primeiros sinais detectados em relao aos efeitos da exposio combinada ao rudo na sade do trabalhador (13).

Dentro desta linha de pesquisa, esto sendo realizados estudos com desinssetizadores, profissionais que controlam vetores por meio de produtos qumicos, mecnicos ou qualquer outra forma de remoo dos agentes prejudiciais populao. Estes trabalhadores esto mais expostos a inseticidas do tipo piretroides e organofosforados (14).

Um importante estudo observou que a amplitude das emisses otoacsticas produto de distoro foi menor nos grupos de indivduos expostos ao rudo e ao rudo e chumbo simultaneamente, quando comparado com indivduos sem exposio a estes agentes e que a pesquisa das emisses otoacsticas pode estar alterada nos indivduos expostos ao rudo e ao rudo e chumbo simultaneamente, mesmo com os limiares auditivos em 25 dB, propostos como padro de normalidade para trabalhadores de indstrias (15).

Em outro estudo, os autores no evidenciaram alteraes estatisticamente significantes entre indivduos expostos aos dois elementos e indivduos expostos so-mente ao rudo, no entanto, concluram que os dados sugerem um efeito neurotxico desse produto e no coclear (16).

Alguns trabalhos sugerem que a exposio aos dois agentes realmente prejudicial sade, uma vez que eles tm um efeito sinrgico. No entanto, essas pesquisas so escassas e mostram a necessidade de maior ateno no assunto, pois h um nmero enorme de brasileiros expostos a esse perigo.

O objetivo do presente trabalho foi pesquisar os achados audiolgicos e de EOAPD em trabalhadores expostos ao rudo ocupacional e a praguicidas, com audio normal e com perdas auditivas e, compar-los com indivduos sem histrico de exposio a rudos e praguicidas, a fim de analisar a eficcia do teste de EOAPD no diagnstico da PAIR.


MTODO

Este estudo foi realizado no Setor de Audiologia Clnica do Centro de Estudos da Educao e da Sade (CEES), da Faculdade de Filosofia e Cincias da UNESP, Campus de Marlia - SP e foi aprovado pelo Comit de tica em Pesquisa da mesma Instituio (protocolo n 2606/ 2007).

O estudo foi realizado com 51 indivduos (102 orelhas), divididos em trs grupos. O grupo I foi composto de 17 trabalhadores com histrico de exposio a rudo e praguicida, todos portadores de perda auditiva neurossensorial, o grupo II foi constitudo por 17 trabalhadores com histrico de exposio a rudo e praguicidas com limiares audiomtricos dentro dos padres de normalidade e, grupo III foi formado por 17 indivduos sem histrico de queixa auditiva e exposio a rudo e praguicida considerado, portanto o grupo controle.

Para indivduos dos grupos I e II, todos do gnero masculino, a mdia de idade geral foi de 37,5 3,48 anos, variando de 24 a 57 anos e o tempo mdio geral de exposio foi de 12,5 anos, variando de 1 a 22 anos. Os indivduos do grupo III, 6 do gnero masculino e 11 do feminino, apresentaram idade entre 20 e 40 anos, com mdia de idade de 35,2 4,41 anos.

Os indivduos dos grupos I e II foram expostos ao produto qumico malation. Para a nebulizao do produto utilizaram o pulverizador costal motorizado, que emite nvel equivalente de rudo de 98,5 dB (A) (14). O tempo de exposio foi de 3 a 4 horas dirio. Os funcionrios foram devidamente equipados com Equipamento de Proteo Individual (EPI), sendo relevante para o nosso estudo ressaltar a utilizao de protetores auriculares adequados. Alguns trabalhadores utilizaram o protetor auricular do tipo insero/tampo (CA 9275), nvel de atenuao terica NRR de 21dB(A), outros o protetor auricular do tipo concha (CA 5322) com NRR de 23 dB(A).

Foram pesquisadas informaes referentes aos seguintes procedimentos:
- anamnese audiolgica para levantar identificao e histria da sade auditiva dos trabalhadores;
- imitanciometria, com o uso do imitancimetro GSI 38 Grason - Stadler. Foi considerada, na anlise da imitncia acstica da orelha mdia dos sujeitos, a timpanometria (17). Este procedimento auxiliou na avaliao da integridade funcional do conjunto tmpano-ossicular.
- audiometria tonal liminar, para avaliar os limiares tonais (via area e via ssea) dos trabalhadores (18). O exame foi realizado em cabina acstica, com o uso de audimetro de dois canais, GSI 61 Grason - Stadler, com fones TDH-50.
- emisses otoacsticas evocadas por produto de distoro para avaliar o funcionamento coclear, mais especificamente das clulas ciliadas externas. O equipamento empregado foi oDPOAE-20 da Interacousticsconectado a um microcomputador. O teste foi realizado em cabina acstica por intermdio de um Dp-Gram, que obtido pela apresentao simultnea de dois tons puros f1 e f2. Esses tons puros, denominados frequncias primrias, esto expressos pela razo de 1,22. Neste estudo foi utilizado o registro de resposta equivalente a 2f1-f2 e a relao de intensidade L1 = 65 e L2 = 55 dBNPS. Foram consideradas para anlise as frequncias de 1, 2, 4 e 6 kHz. A relao sinal / rudo foi de 7 dB. Os critrios de anlise dos resultados foram pautados em um relevante estudo sobre a aplicao clnica das EOAPD em indivduos com PAIR (19).

Para testar a significncia entre grupos foi realizada anlise comparativa entre as mdias das respostas do teste de EOAPD com o uso do Teste -ANOVA: Fator nico, com nvel de significncia de 5% (p < 0,05) e intervalo de confiana construdo com 95% de confiana estatstica.

Considerando que estudos anteriores (20, 21) no identificaram diferenas nos registros das EOAs de acordo com o sexo, as anlises foram feitas independente do gnero.


RESULTADOS

Os resultados da anamnese audiolgica, considerando os grupos I e II revelaram que os principais sintomas e/ ou queixas auditivas apresentadas pelos trabalhadores foram os de recrutamento/desconforto a sons intensos (29,5%), zumbido (26,5%) e hipertenso arterial (12%). Os indivduos do grupo III no apresentaram queixas auditivas.

Considerando os grupos I e II, temos que, o tempo de exposio ao rudo e praguicida variou entre 1 a 22 anos (mdia de 12,5 anos), do total 26 indivduos relataram sempre utilizar equipamento de proteo individual, 5 no fazem uso de protetor auricular e 3 fazem uso assistemtico.

No grupo I todos os trabalhadores apresentaram perda auditiva do tipo neurossensorial sendo 9 bilateral e 8 unilateral, perfazendo um total de 26 orelhas; no grupo II todos os trabalhadores apresentaram limiares audiomtricos dentro dos padres da normalidade (at 25 dBNA), somando-se tambm s orelhas normais, dos casos unilaterais do grupo I, perfazendo um total de 42 orelhas e no grupo III todos os indivduos apresentaram limiares audiomtricos dentro dos padres de normalidade, perfazendo um total de 34 orelhas.

Em todos os casos estudados foram obtidas curvas timpanomtricas do tipo A (15), as quais revelaram integridade do sistema tmpano-ossicular.

O Grfico 1 apresenta a distribuio das 34 orelhas com exposio a rudo e praguicidas (grupos I e II), segundo os diferentes graus de acometimento, nas sete frequncias audiomtricas, foram considerados valores dentro da normalidade, limiares at 25dB (NA), e as perdas auditivas foram caracterizadas em valores de 30 a 40 dB (NA) e 45 a 55dB (NA).

Em seguida foi realizada observao clnica do teste de EOAPD obtida segundo a comparao com a audiometria tonal, conforme apresentado na Tabela 1. Esta tabela evidenciou que as respostas das EOAPD estiveram presentes em 91% dos casos, no grupo III (GIII), enquanto que nos grupos I e II (GI e GII), foram presentes em 47,5% dos casos.

Os resultados das EOAPD do ponto de vista quantitativo (Tabelas 2 e 3), permitiu observar que houve um decrscimo significativo na amplitude de respostas, na comparao entre os grupos.


Grfico 1. Distribuio das 34 orelhas de acordo com os
diferentes limiares audiomtricos (dBNA) nas frequncias
entre 0,5 a 8 kHz.










DISCUSSO

Os resultados da audiometria indicaram que os sujeitos da pesquisa no apresentaram perdas auditivas nas frequncias de 500 Hz, 1 e 2 kHz, sendo que as perdas ocorreram nas frequncias entre 3 e 8 kHz. Os dados apresentados confirmam a literatura, no que diz respeito a perda auditiva induzida por rudo, caracterizando o audiograma com perda auditiva nas altas frequncias, com curva descendente, neurossensorial, assim como, as queixas audiolgicas mais frequentes foram as de recrutamento e zumbido (3).

A anlise dos resultados revelou perda auditiva do tipo neurossensorial unilateral em 47% das orelhas do grupo I. PAIR unilateral foi descrita por outros autores (4, 5), os quais sugeriram reconsiderar a afirmao de que a PAIR quase sempre bilateral.

Alm do zumbido a hipertenso arterial citada como um importante achado extra-auditivo (6), este sintoma esteve presente tambm em nossos resultados.

O fato de encontrarmos limiares compatveis com perda auditiva apenas nas frequncias altas pode ser devido a dois fatores: os sujeitos ainda esto em processo de desencadeamento da PAIR; ou no apresentam agravamento da perda auditiva em funo da instituio ter um programa de preveno implementado h nove anos. Entretanto h de se considerar que o comprometimento em alta frequncia, observado na populao com perda auditiva, parece ser um dos primeiros sinais detectados em relao aos efeitos da exposio ototxicos, combinada ao rudo na sade do trabalhador (13).

O presente estudo tornou evidente que a exposio a rudo ocupacional e praguicida, seja em indivduos com perda auditiva ou em sujeitos que ainda no apresentavam alteraes na audiometria tonal, foi responsvel por uma diminuio na amplitude de respostas para o teste de EOAPD, quando comparados os resultados com o grupo controle, sem exposio a rudo e praguicida. Essa relao entre exposio a rudo e diminuio na amplitude das EOAPD, tambm foram obtidas por outros autores (10, 11, 15).


CONCLUSO

Considerando os resultados obtidos no presente estudo, foi possvel observar uma importante contribuio do teste de emisses otoacsticas evocadas por produto de distoro, para o diagnstico de alteraes auditivas, uma vez que houve diminuio na amplitude de respostas dos testes, mesmo em indivduos expostos a rudo e praguicidas, com limiares audiomtricos dentro dos padres de normalidade.

Diante do exposto, conclumos o teste de EOAPD representa uma ferramenta til, no s para o acompanhamento, mas tambm para a preveno da PAIR.


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1. Doutor (a). Professor (a) Assistente Doutor (a).
2. Bacharel em Fonoaudiologia. Fonoaudiloga.

Instituio: Faculdade de Filosofia e Cincias - Departamento de Fonoaudiologia, UNESP - Campus de Marlia - SP.
Marilia / SP - Brasil.

Endereo para correspondncia: Heraldo Lorena Guida - Avenida Hygino Muzzi Filho, 737 - Caixa Postal 181 - Marlia / SP - Brasil - CEP: 17525-900 - E-mail hlguida@marilia.unesp.br Fundo de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Cincias - UNESP, Campus de Marlia

Artigo recebido em 15 de Junho de 2009. Artigo aceito em 27 de Julho de 2009.
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