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Ano: 2010  Vol. 14   Num. 4  - Out/Dez Print:
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Anlise Retrospectiva de Cirurgias Rinossinusais em um Hospital Escola
Sinus Retrospective Analysis of Surgeries in a Hospital School
Author(s):
Thiago Bittencourt Ottoni de Carvalho1, Tiago Jos Conrado2, Tiago L Genaro2, Atlio Maximino Fernandes3, Jos Victor Maniglia4.
Palavras-chave:
Doenas nasais, Nariz, Neoplasias nasais, Rinoplastia, Procedimentos cirrgicos otorrinolaringolgicos.
Resumo:

Introduo: A otorrinolaringologia uma especialidade mdica que abrange 4,4% do total de mdicos paulistas, tendo uma variedade de procedimentos cirrgicos distribudos entre faringe, nariz, ouvido e laringe. O conhecimento do perfil de um servio de referncia em otorrinolaringologia permite a sua melhor organizao, dimensionamento do volume do atendimento e das cirurgias realizadas, proporcionando uma melhor formao ao aluno e ao mdico residente. Objetivo: Descrever o perfil das cirurgias nasossinusais e dos pacientes submetidos a elas no departamento de otorrinolaringologia e cirurgia de cabea e pescoo de um hospital escola. Mtodo: Foi realizado estudo de coorte histrico com corte transversal retrospectivo, com reviso de 872 pronturios de pacientes submetidos a cirurgias rinossinusais entre janeiro de 2006 e dezembro de 2008. Utilizado questionrio prprio, buscando sexo, idade, diagnstico cirrgico e cirurgia realizada. Resultados: Do total de 872 pacientes analisados, 45,4% eram sexo feminino e 54,6% sexo masculino, variando em uma faixa etria 4 a 80 anos (mdia de 29,8 anos). Os principais diagnsticos cirrgicos foram: desvio septo nasal(n=457), deformidade nasal ps-trauma (n=287), hipertrofia de conchas nasais (n=153), polipose rinossinusal(n=73), rinossinusite crnica(n=32). Entre os procedimentos cirrgicos mais frequentemente realizadas, esto: septoplastia (n=388), rinosseptoplastia (n=215), FESS (n=131), cauterizao intra-turbinal(n=114), rinoplastia reparadora(n=73), turbinectomia(n=43), turbinoplastia (n=55). Ressalta-se que os pacientes podem ter recebido mais de um diagnstico cirrgico e realizado mais de uma cirurgia, dependendo da indicao. Concluso: Apresenta-se o volume e a diversidade de cirurgias rinossinusais realizadas em nosso servio, contribuindo com a escassa produo cientfica sobre esse tipo de casustica.

INTRODUO

A otorrinolaringologia a especialidade mdica que abrange 4,4% dos mdicos paulistas (1), com 2450 profissionais atuando no estado de So Paulo, de acordo com o censo 2007-2008 realizado pela Associao Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cervico-Facial (2). No pas, em 2003, pelo Sistema nico de Sade, foram realizados 80.030 procedimentos cirrgicos otorrinolaringolgicos (3). Destes, 45,6% foram na faringe; 28% no nariz; 14% no ouvido; e 12,4% na laringe. Entre as cirurgias rinossinusais, 60% foram realizadas em homens e 40% em mulheres. A distribuio por idade desse tipo de cirurgia apresenta-se com a seguinte ocorrncia: 1,2% do total ocorreram abaixo de 4 anos; 2,7% entre 5 e 9 anos; 23,5% entre 10 e 19 anos; 51% entre 20 e 39 anos; 16,8% entre 40 e 59 anos; e 4,8% acima de 60 anos, revelando, assim, um perfil masculino, adulto e jovem dos pacientes submetidos a cirurgias rinossinusais no pas.

Na clnica privada, por outro lado, as cirurgias rinossinusais so os procedimentos cirrgicos mais realizados, seguidos pelos procedimentos realizados na faringe (3).

O conhecimento do perfil de um servio de referncia em otorrinolaringologia permite melhor organizao do servio. Alm disso, quando se trata de um hospital-escola, o dimensionamento e conhecimento do volume do atendimento e das cirurgias realizadas proporciona uma melhor caracterizao e consequente melhor formao ao aluno e ao mdico residente.

Este trabalho tem por objetivo descrever o perfil das cirurgias rinossinusais e dos pacientes submetidos a elas pelo SUS, no servio de otorrinolaringologia do Hospital de Base de So Jos do Rio Preto / SP.


MTODO

Foi realizado estudo de coorte histrico com corte transversal, com reviso de 872 pronturios de pacientes submetidos a cirurgias rinossinusais, entre 2006 e 2008, pelo Departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabea e Pescoo da Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto, SP - FAMERP.

Os pronturios foram selecionados por meio de busca atravs da central de processamento de dados (CPD) do Hospital de Base. Foram utilizadas palavras-chave para identificar as cirurgias rinossinusais praticadas no perodo entre 2006 e 2008, como: "septoplastia", "rinosseptoplastia", "FESS", "cauterizao intra-turbinal", "turbinectomia", "turbinoplastia", "cirurgia de Caldwell-Luc", "cirurgia para epistaxe", entre outras.

Foi utilizado um questionrio prprio nos pronturios determinados, caracterizando sexo, idade, diagnstico cirrgico e cirurgia realizada. No houve critrios de excluso. Todas as cirurgias nasossinusais realizadas foram adicionadas ao estudo, no entanto, apenas as principais foram descritas com detalhes, para facilitar a compreenso por parte do leitor.

O projeto de pesquisa foi submetido ao Comit de tica em Pesquisa desta instituio e aprovado conforme protocolo nmero 6209/2007.


RESULTADOS

Do total de 872 pacientes analisados, 45,4% foram do sexo feminino e 54,6% do sexo masculino. A mdia de idade foi de 29,8 anos, variando em uma faixa etria de 4 a 80 anos. Desse total, 625 pacientes (69,4%) tiveram uma nica indicao cirrgica, enquanto 247 (30,6%) apresentaram mais de uma indicao cirrgica nasal (Tabelas 1 e 2).

Os principais diagnsticos cirrgicos foram: I) desvio de septo nasal, com 457 pacientes, mdia de idade de 28,1 anos (5-70 anos), dos quais 39,4% eram mulheres e 60,6%, homens; II) deformidade nasal ps-trauma (DNPT), com 287 pacientes, mdia de idade de 26,7 anos (14-65 anos), dos quais 65,5% eram mulheres e 34,5%, homens; III) hipertrofia de conchas nasais, com 153 pacientes, mdia de idade de 28,5 anos (8-69 anos), dos quais 37,3% eram mulheres e 62,7%, homens; IV) polipose rinossinusal, com 73 pacientes, mdia de idade de 41,3 anos (9-67 anos), dos quais 34,3% eram mulheres e 65,7%, homens; V) rinossinusite crnica, com 32 pacientes, mdia de idade de 30 anos (4-66 anos), dos quais 37,5% eram mulheres e 62,5%, homens (Tabela 3).

Foram realizados 1139 procedimentos cirrgicos nesse perodo, sendo que em 631 pacientes as cirurgias foram isoladas (72,3%) e em 241 (27,7%) houve uma ou mais cirurgia nasal associada. No mesmo perodo foram realizados 64.875 atendimentos ambulatoriais, apresentando uma relao de 1,75% de cirurgias nasossinusais do total de atendimentos (Tabela 4).

Houve prevalncia dos seguintes procedimentos: I) septoplastia, em 388 pacientes, mdia de idade de 28,2 anos (5-70 anos), dos quais 34,8% eram mulheres e 65,2%, homens; II) rinosseptoplastia, em 215 pacientes, mdia de idade de 27,1 anos (14-61 anos), dos quais 62,8% eram mulheres e 37,2%, homens; III) cirurgia endoscpica funcional dos seios paranasais (FESS), em 131 pacientes, mdia de idade de 37,3 anos (4-70 anos), dos quais 37,5% eram mulheres e 62,5%, homens; IV) cauterizao intra-turbinal, em 114 pacientes, mdia de idade de 26,3 anos (10-61 anos), dos quais 28% eram mulheres e 72%, homens; V) rinoplastia reparadora, em 73 pacientes, mdia de idade de 26,6 anos (17-65 anos), dos quais 76,7% eram mulheres e 23,3%, homens; VI) turbinectomia, em 43 pacientes, mdia de idade de 33,4 anos (9-70 anos), dos quais 39,6% eram mulheres e 60,4%, homens; VII) turbinoplastia, em 55 pacientes, mdia de idade de 29,3 anos (16-69 anos), dos quais 51% eram mulheres e 49%, homens; VIII) outras.

As cirurgias do presente estudo foram realizadas pelos residentes do departamento de otorrinolaringologia sob superviso do docente da especialidade. Os residentes do segundo ano (R2) realizaram as septoplastias, cauterizaes intra-turbinais, turbinectomias e turbinoplastias, ficando as demais cirurgias sob responsabilidade do R3 e do R4 (Tabela 5).

Do total de 33 pacientes com 60 anos ou mais, 72,7% eram do sexo masculino e 27,3% do sexo feminino, com mdia de idade de 66,4 anos (60-80 anos). Os principais diagnsticos cirrgicos encontrados foram: I) desvio de septo nasal, em 11 pacientes (28,6%); II) polipose rinossinusal, em 7 pacientes (24%). Os procedimentos cirrgicos mais realizados nessa faixa etria foram: I) FESS, realizada em 14 pacientes (42,4%); e II) septoplastia, em 9 pacientes (27,3%).

Entre as crianas (menores que 15 anos), encontramos 74 pacientes, sendo 66,2% do sexo masculino e 33,8% do sexo feminino. A mdia de idade foi de 11,08 anos (4-14 anos). Os principais diagnsticos cirrgicos encontrados foram: I) desvio de septo nasal, em 47 pacientes (63,5%); II) hipertrofia de conchas nasais, em 13 pacientes (17,5%); III) rinossinusite crnica, em 7 pacientes (9,5%). As cirurgias mais realizadas foram: I) septoplastia, em 46 pacientes (62,1%); FESS, em 17 pacientes (23%).









DISCUSSO

No Brasil, em 2003, do total de 22.396 cirurgias rinossinusais realizadas no mbito do SUS, a mais realizada foi reduo de fratura de ossos do nariz (28,8% do total), seguida de septoplastia (25%), rinoplastia (15,3%) e turbinectomia (11%) (4). O quadro diferente quando comparado com o perfil de uma clnica privada. Se no SUS prevalecem as cirurgias na faringe, com 45,6% do total, seguidas pelas cirurgias nasais, com 28% (2), no mbito privado as cirurgias nasais praticamente se igualam s de faringe, com 34% e 33%, respectivamente, em recente estudo realizado. Alm disso, o principal procedimento rinossinusal foi turbinectomia, com ou sem septoplastia, representando um tero do total de cirurgias otorrinolaringolgicas realizadas (3).

Neste servio, a septoplastia representou 34% do total de cirurgias rinossinusais no perodo, seguida pela rinosseptoplastia (18,9%), FESS (11,5%) e cauterizao intra-turbinal (10%). Entre as indicaes cirrgicas, o desvio de septo nasal esteve presente em 52,4% dos pacientes, seguido pela deformidade nasal ps-trauma (32,9%), hipertrofia de cornetos (17,5%) e polipose rinossinusal (8,3%). Diferentemente do volume cirrgico em clnica privada, em nosso servio predomina a septoplastia.

Nota-se que 25% das cirurgias nasais realizadas so consideradas cirurgias estticas da face (rinosseptoplastia e rinoplastia reparadora), o que demonstra uma importante caracterstica do servio estudado, preparando, dessa forma, o residente para essa outra modalidade de atuao.

Em relao septoplastia, procedimento mais realizado neste servio, foram operados 388 pacientes. A distribuio entre os sexos, com leve predomnio nos homens, e a mdia de idade, na faixa dos 30 anos, foi semelhante encontrada em outros trabalhos (5,6). O desvio de septo, que incluiu 457 pacientes, apresentou mdia de idade de 28,1 anos, sendo 60,6% do sexo masculino e, 39,4%, do feminino. Em estudo promovido por OLIVEIRA e cols. (7), que revelou prevalncia do desvio de septo em 60,3% dos transeuntes voluntrios avaliados, houve um perfil de gnero diferente deste estudo. Dos 322 pacientes com desvio de septo, cirrgico ou no, 59% eram mulheres e 41%, homens.

A segunda cirurgia mais realizada, a rinosseptoplastia, abordou 215 casos. Mais uma vez houve o predomnio de jovens, com mdia de idade abaixo dos 30 anos. A distribuio entre os sexos foi significativamente maior entre as mulheres (62,8%), semelhante ao encontrado por OROPEZA e cols. (8), cuja prevalncia feminina foi de 56%.

O terceiro procedimento mais frequente foi cirurgia endoscpica funcional dos seios paranasais (FESS), envolvendo pacientes com maior mdia de idade (37,3 anos). Em outra anlise (9), ainda que tenham sido selecionados apenas pacientes com rinossinusite fngica, podemos observar tambm faixas etrias mdias mais elevadas (mdia de 40,6 anos). Nesse caso no houve diferena estatstica entre os sexos, diferentemente do encontrado, cujo predomnio foi no sexo masculino.

A FESS empregada em parte dos pacientes com hipertrofia de conchas nasais, polipose nasossinusal, plipo de Killian, rinossinusite crnica e em outras situaes clnico-cirrgicas.

Avaliando-se os 153 pacientes resistentes a tratamento clnico e que foram operados por hipertrofia de conchas nasais, por FESS ou por outro procedimento, a mdia de idade foi de 28,5 anos, com predomnio significativo do sexo masculino (62,7%). CINTRA e cols. (10) encontraram mdia de idade bastante semelhante a este estudo (28 anos), porm sem predominncia quanto ao sexo.

A polipose rinossinusal, presente em 73 pacientes, apresentou mdia de idade de 41,3 anos, compatvel com a literatura (11), confirmando ser esta uma doena rara em crianas e adolescentes. COUTO e cols. (12) descreveram predomnio do sexo masculino, representando 62,9% dos indivduos, muito semelhante ao encontrado neste estudo (65,7%).

Em relao aos 32 pacientes com rinossinusite crnica, a mdia de idade foi de 30 anos, com 62,5% de homens e 37,5% de mulheres. GEMINIANI e cols. (13) apontam mdia de idade de 40 anos e equilbrio na distribuio entre homens, 51,5%, e mulheres, 48,5%.

Quanto ao Plipo de Killian, dos 10 pacientes analisados, a mdia de idade foi de 21,3 anos (9-45 anos), 60% abaixo dos 20 anos, sendo 30% mulheres e 70% homens. FRANCHE e cols. (14) apontam mdia de idade semelhante, 27,5 anos (7-75 anos), mas com maior prevalncia no sexo feminino, com 58,6%. J FREITAS e cols. (15) indicam maior recorrncia abaixo dos 20 anos, representando cerca de 70% dos pacientes estudados, e prevalncia no sexo masculino (1:1,3).

A rinoplastia reparadora, a quinta cirurgia mais prevalente no presente estudo, tambm se mostra predominante em adultos jovens, porm com uma ampla prevalncia no sexo feminino, de acordo com o apresentado por PATROCNIO e cols. (16).

Outro procedimento comum na prtica diria dos otorrinolaringologistas a turbinectomia, tratamento eficaz para obstruo nasal secundria rinite hipertrfica, que no presente estudo, foi prevalente em indivduos acima dos 30 anos e do sexo masculino, diferentemente do encontrado por BARBOSA e cols. (17), cuja mdia de idade foi de 25 anos, sem predomnio por sexo. No entanto, o estudo referido avalia apenas pacientes que tiveram diagnstico de rinopatia alrgica, o que poderia explicar essa diferena.

Houveram apenas 11 redues de fraturas nasais realizadas neste servio no perodo analisado (82% no sexo masculino e 18 % no sexo feminino), com uma mdia de idade de 24,1 anos (variando de 18 a 53 anos), semelhante ao encontrado por MONTOVANI e cols.(18). Uma das explicaes para essa pequena quantidade de procedimentos seria a subnotificao dos traumas nasais, visto que, muitas vezes, a correo dessas fraturas ocorre nas salas de pronto-atendimento mdico. Vale ressaltar tambm que, parte das redues de fratura nasal neste hospital, realizada por outra especialidade, o que reduz o volume de atendimento para a equipe de otorrinolaringologia.

Destaca-se ainda, 10 pacientes com epistaxe grave no perodo, com mdia de idade de 49,5 anos (19-80 anos), com prevalncia absoluta no sexo masculino (90%). SANTOS e cols. (19) apontam tambm essa mdia de idade mais elevada para os casos cirrgicos de epistaxe, com mdia de 50,9 anos (32-78 anos) e prevalncia do sexo masculino, com 67% dos casos.












CONCLUSO

Conclui-se que o principal diagnstico cirrgico rinossinusal realizado neste estudo foi o desvio de septo nasal, sendo a septoplastia a cirurgia mais executada. Os pacientes so em sua maioria adultos jovens e do sexo masculino, tendo recebido, na maior parte das vezes, apenas uma indicao cirrgica.

Contribui-se, dessa forma, com a escassa produo cientfica sobre esse tipo de casustica.


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1 Mdico. Residente ORL.
2 Acadmico de Medicina da Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto - FAMERP - SP.
3 Doutor. Mdico Assistente do Departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabea e Pescoo da Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto - FAMERP - SP.
4 Livre Docente.Mdico Assistente do Departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabea e Pescoo da Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto - FAMERP - SP)

Instituio: Departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabea e Pescoo da Faculdade de Medicina de So Jos do Rio Preto - FAMERP - SP. So Jos do Rio Preto / SP - Brasil. Endereo para correspondncia: Thiago Bittencourt Ottoni de Carvalho - Rua Jos Picerni 449 - Apto 21 - Jardim Panorama - So Jos do Rio Preto / SP - Brasil - CEP: 15091-200 - Telefone: (+55 17) 8141-5584 / (+55 61) 7814-7648 - E-mail: drthiago.ottoni@yahoo.com.br

Artigo recebido em 23 de Julho de 2010. Artigo aprovado em 22 de Agosto de 2010.
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