Title
Search
All Issues
3
Ano: 2012  Vol. 16   Num. 2  - Abr/Jun
DOI: 10.7162/S1809-48722012000200003
Print:
Original Article
Versão em PDF PDF em Português Versão em PDF PDF em Ingls TextoTexto em Ingls
Sintomas auditivos em usurios de estreos pessoais
Hearing symptoms personal stereos
Author(s):
Tiara Santos da Luz1, Ana Lcia Vieira de Freitas Borja2.
Palavras-chave:
audio, sintomas, hbitos.
Resumo:

Introduo: Prticos e portteis os estreos pessoais se tornaram acessrios quase indispensveis no dia a dia. Estudos revelam que os tocadores de msica portteis podem causar danos auditivos a longo prazo para quem ouve msica em alto volume por um tempo prolongado. Objetivo: verificar a prevalncia de sintomas auditivos em usurios de tocadores amplificados e conhecer os seus hbitos de uso. Mtodo: Estudo prospectivo observacional de corte transversal realizado em trs instituies de ensino da cidade de Salvador- BA, sendo duas de rede pblica e uma da rede privada. Responderam ao questionrio 400 estudantes, de ambos os sexos, entre 14 e 30 anos que referiram o hbito de utilizar estreos pessoais. Resultados: Os sintomas mais prevalentes foram hiperacusia (43,5%), plenitude auricular (30,5%) e zumbido (27,5), sendo que o zumbido o sintoma mais presente na populao mais jovem. Quanto aos hbitos dirios: 62,3% usam frequentemente, 57% em intensidades elevadas, 34% em perodos prolongados. Verificou-se uma relao inversa entre tempo de exposio e a faixa de idade (p=0,000) e direta com a prevalncia do zumbido. Concluso: Apesar de admitirem ter conhecimento sobre os danos que a exposio a som de alta intensidade pode causar a audio, os hbitos dirios dos jovens evidenciam o uso inadequado dos estreos portteis caracterizados por longos perodos de exposio, intensidades elevadas, uso frequente e preferncia pelos fones de insero. A alta prevalncia de sintomas aps o uso sugere um risco maior para a audio desses jovens.

INTRODUO

Os aparelhos individuais com fone de ouvido revolucionaram a forma de ouvir msica. Por serem prticos e portteis se tornaram acessrios quase indispensveis no dia a dia. Esse hbito moderno tem mobilizado os pesquisadores para estudar o impacto negativo do uso inadequado desses equipamentos sobre a audio. Um estudo recente revela que os tocadores de msica portteis podem causar danos auditivos a longo prazo para quem ouve msica em alto volume por um tempo prolongado (1).

A audio uma das principais vias pelas qual o ser humano interage com o meio, sendo um dos sentidos mais importantes, alm disso, tem uma funo bastante complexa e primordial na comunicao humana e preservao da espcie. por meio dela que ouvimos e identificamos todos os sons do ambiente. Leses nas estruturas sensoriais da audio provocam prejuzos na deteco, localizao e discriminao dos sons.

O crescimento da urbanizao e o avano da tecnologia favoreceram a elevao dos nveis de rudo nas ruas, no trabalho e no lazer, acarretando prejuzo ao bem estar fsico e mental, bem como a audio dos indivduos (2). Autores ratificam essa afirmao, e acrescentam que o rudo no afeta apenas a audio, mas tambm podem produzir sintomas como aumento da presso arterial, distrbios gastrointestinais, insnia e irritabilidade (3). Atualmente, o rudo ambiental tem sido considerado um problema de sade pblica por fazer parte da maioria das atividades cotidianas do ser humano (4).

Os jovens, em sua maioria, adolescentes, habitualmente esto expostos a msica amplificada de alta intensidade, especialmente nas suas atividades de lazer (5). A msica, em geral, um som agradvel que proporciona sensao prazerosa, entretanto, pode se tornar uma fonte de poluio sonora dependendo da maneira e do nvel sonoro que utilizado (4).

Observa-se que adolescentes na faixa etria de 12 a 18 anos, aumentaram muito o uso de equipamentos estreos pessoais (EP), muitas vezes, usados de maneira inadequada, por muitas horas e em intensidades muito elevadas. H dois motivos preocupantes que fazem com que esses modernos equipamentos sejam prejudiciais para usurio: o primeiro a grande capacidade de memria e alta durabilidade da bateria, o que favorece seu uso em jornadas extensas. E o segundo o design dos fones, cuja tendncia atual o uso dos fones de insero que so capazes de concentrar toda a energia sonora produzida dentro do conduto auditivo externo, sendo considerados, por esta caracterstica, os mais prejudiciais (6).

Outro aspecto preocupante o nvel de intensidade com que esses equipamentos so utilizados, permitindo que pessoas a um metro de distncia escutem a msica que esta sendo ouvida pelo usurio atravs dos fones. Estudos demonstraram que os nveis de presso sonora desses equipamentos podem atingir 120 dB, intensidade suficiente para provocar leso auditiva (7, 8, 9).

O grande nmero de estudos acerca deste tema evidencia a preocupao de que o uso desses equipamentos de modo abusivo e incorreto possa causar danos irreversveis audio (2,6).

Desta maneira, considerando a relevncia do tema, o objetivo deste trabalho foi verificar a prevalncia de sintomas referidos por usurios de tocadores de msica digital amplificada e conhecer os seus hbitos em relao ao uso desses equipamentos.


MTODO

Desenho do estudo e populao

Trata-se de um estudo observacional tipo corte transversal, conduzido com dados primrios, realizado na cidade de Salvador/BA no perodo de setembro a novembro de 2010. Foi desenvolvido em trs instituies, uma do ensino mdio e duas do ensino superior, sendo duas de rede pblica e uma de rede privada.

Participaram da pesquisa 400 estudantes, de ambos os sexos, com faixa etria entre 14 e 30 anos que referiram o hbito de utilizar estreos pessoais. A amostra foi composta por estudantes do ensino mdio e do ensino superior em faculdades pblicas e privadas, independente do curso.

Coleta de dados e Aspectos ticos

Os dados foram obtidos atravs de um questionrio estruturado (Apndice A) sobre os hbitos dirios de uso dos estreos pessoais, sintomas auditivos aps uso desses equipamentos e o grau de conscientizao acerca dos possveis riscos que estes equipamentos podem causar a audio. Tambm foi utilizada uma escala analgica visual, a fim de estimar a faixa de volume habitualmente utilizada pelos usurios, a mesma consiste de uma reta de 10 cm desprovida de nmeros, na qual h apenas indicaes na extremidade esquerda de volume mnimo, que corresponde a 0 cm e direita volume mximo que corresponde 10 cm.

Para posterior anlise da escala, foram feitas as seguintes consideraes:

Previamente aplicao dos questionrios as instituies que participaram da pesquisa assinaram um termo de consentimento autorizando a aplicao dos questionrios nas suas dependncias, bem como, todos os participantes tambm assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido.

Este estudo foi submetido ao Comit de tica em pesquisa da Faculdade de Tecnologia e Cincia (FTC), tendo sido aprovado, sem restries atravs do parecer no 2037.

Anlise de Dados

Os dados foram digitados no programa EpiData Entry 3.1 (CDC, Atlanta, GA) e analisados, quantitativamente, no SSPS verso 15. Os dados foram tabulados e apresentados em forma de Tabela e Grficos.

Para variveis categricas foram estimadas frequncias simples e comparadas com o teste qui - quadrado de Pearson. Enquanto para variveis contnuas foram estimadas mdias e medianas. Foram considerados como resultados estatisticamente significantes aqueles que apresentam p-VALOR < que 0,05.


RESULTADOS

A Tabela 1 mostra os dados scio-demogrficos da populao. Participaram da pesquisa 200 alunos do ensino mdio e 200 do ensino superior destes 300 pertenciam instituio pblica e 100 de privada. A faixa etria variou entre 14 e 30 anos, entretanto 91,6 % tinham idade at 25 anos, 64,8% eram do sexo feminino.

A Tabela 2 evidencia os resultados quanto aos hbitos dirios de exposio msica eletronicamente amplificada em aparelhos individuais. Quanto frequncia de uso observa-se que 62,3% dos participantes referiram usar frequentemente, 31,7% s vezes, 6% raramente.

No que diz respeito faixa de volume de uso habitual, 57% dos indivduos afirmam ouvir em volume alto, 33% em volume moderado, e apenas 10% em volume baixo. Vale ressaltar que 50,8% relataram ter conhecimento do volume mximo de sada do seu equipamento.

Verificou-se ainda, que 34% dos jovens costumam ouvir msica por um perodo que varia de 2 at 6h por dia. Observou-se uma correlao inversa entre o tempo de exposio e a faixa de idade (p=,000). Quanto ao tipo de fone 75,5% afirmaram utilizar fone de insero, 20,8% fone circum aural e 3,3% utilizam ambos os fones.

Os gneros musicais mais presentes na preferncia dos participantes so a MPB com 63% seguido de rock (48,3%) e pagode (41,5%).

A maioria dos entrevistados (71,3%) costuma utilizar o player porttil tanto em ambientes ruidosos quanto silenciosos, porm, 13,7% utilizam somente em ambiente ruidoso; 46,8% referem o hbito de dormir ouvindo msica nos estreos pessoais.

Quanto presena de sintomas aps exposio msica eletronicamente amplificada (Tabela 3), 67,2% dos entrevistados j apresentaram pelo menos um sintoma, sendo que 18,7% referiram mais de um sintoma.

Os sintomas mais prevalentes foram plenitude auricular (30,5%) seguido de zumbido (27,5%), otalgia (12,8%), hipoacusia (11,5%), tontura (4,8%) e outros (4,0%). 34% no referiram sintomas aps o uso. Verificou-se que quanto maior a idade menor a presena de sintomas aps o uso e quanto menor a faixa etria maior a prevalncia do zumbido nesta populao. Tambm observa-se uma relao direta entre o tempo de exposio e o aumento da prevalncia do zumbido. Vale ressaltar, que o uso em intensidades elevadas guarda uma relao direta com a quantidade de sintomas referidos.

Como queixa permanente 43,5% dos participantes afirmaram apresentar desconforto a sons intensos e dificuldade em perceber sons e compreender fala em ambientes ruidosos (36,5%). Sendo que 15,8% referem no ouvir bem.

Foi evidenciado que quanto maior o tempo de exposio maior a prevalncia de queixa de zumbido.

No que diz respeito ao grau de conscientizao em relao aos possveis riscos que o uso de estreos pessoais podem causar a audio, 91,5% acreditam que estes podem causar perda auditiva e 75,5% j obtiveram alguma informao sobre os efeitos nocivos que o rudo pode trazer para sade. Os meios de maior acesso a essas informaes foram TV/rdio (40,8%), internet (29,8%), profissionais de sade(26%), mdia escrita (24,8%) e escola (23,8%).









DISCUSSO

Por serem prticos, portteis e estarem na moda os equipamentos estreos pessoais se tornaram acessrios quase indispensveis no dia-a-dia, principalmente entre os jovens. Este hbito de consumo moderno tem gerado grandes discusses e pesquisas no meio cientfico acerca dos prejuzos que podem causar audio desses indivduos.

Chama a ateno o fato de que o uso desses equipamentos, embora mais comum entre adolescentes, est presente hoje em todas as faixas de idade. Esse hbito est cada vez mais incorporado rotina das pessoas e o uso inadequado torna-se num risco sade auditiva.

Apesar da dimenso reduzida, esses equipamentos esto cada vez mais potentes, com grande capacidade de memria e alta durabilidade da bateria favorecendo seu uso em jornadas extensas (6). Alm disso, estudos mostram que os nveis de presso sonora desses equipamentos podem atingir 120 dB, intensidade de risco potencial ao ouvido humano (7, 8, 9).

Constatou-se que 62,3% da populao estudada tm o hbito de usar frequentemente estreos pessoais por longos perodos de exposio e em intensidades elevadas, estes achados corroboram outros estudos com esta populao (2, 8, 9, 10, 11, 12).

Os riscos sade auditiva ficam evidentes quando observamos os hbitos de uso e a correlao com os sintomas auditivos. Neste sentido, h uma correlao direta entre o tempo de exposio e a presena de sintomas auditivos (p= 0,004) destacando-se o zumbido como o sintoma cuja correo tem maior aderncia estatstica. Relao estatisticamente significante tambm foi encontrada entre o tempo de exposio e a faixa de idade
(p=, 0000).

A utilizao destes equipamentos portteis d-se em diversos ambientes ruidosos como no trnsito, escola, faculdade, rua, academia de ginstica etc. Em geral, nesses locais, o nvel de rudo elevado o que faz com que os usurios aumentem o volume para encobrir sons externos (11,12). Observou-se neste estudo que 81,5% dos jovens costumam utilizar estreos pessoais em ambientes ruidosos.

Outro aspecto a ser considerado o design dos fones de ouvido cujo modelo pode potencializar a capacidade sonora desses equipamentos. Os fones de insero por serem discretos, mais estticos e por possurem praticidade superior aos volumosos fones externos que recobrem a orelha (circum-aural), so atualmente os mais populares (6). Nesta populao observou-se que 75,5% tm preferncia pelos fones de insero, concordando com outros autores (4, 6, 9). A posio deste tipo de fone, inserido no conduto auditivo externo, favorece a potencializao da intensidade visto que toda a presso sonora conduzida para orelha mdia. Para GARSTECKI (2006), professor de desordens e cincias de comunicao da universidade Northwestem (EUA), o problema se agrava quando estes pequenos fones no se encaixam perfeitamente nos ouvidos e permitem a entrada de sons externos, o que faz com que o usurio aumente mais o volume do player para abafar o barulho externo (13).

Um nmero significativo de jovens 67,2%, afirmaram ter apresentado pelo menos um dos sintomas aps exposio msica eletronicamente amplificada. Os sintomas auditivos mais referidos pelos usurios de estreos pessoais foram plenitude auricular, seguido de zumbido, estes achados foram similares aos encontrados em outros estudos (2, 5, 8, 9, 14, 15). Alguns autores acreditam que o zumbido, a sensao de ouvido tapado e diminuio da audio aps exposio excessiva msica amplificada, podem ser os primeiros sinais de perda auditiva induzida pela msica (9,14).

consenso na literatura a presena de mudanas temporrias do limiar (TTS) aps exposio a rudos de alta intensidade (4, 9, 14, 15, 16, 17). Todavia, mudanas temporrias decorrentes de superexposio ao rudo podem resultar em mudanas permanentes do limiar (3,18). Os principais fatores para o desenvolvimento de perda auditiva so o tempo de exposio, intensidade sonora e a suscetibilidade individual (3, 15, 18).

Por outro lado, perda auditiva para alguns autores no a nica leso resultante da exposio a doses de rudos superpostos. Esses indivduos podem apresentar queixas como zumbido crnico, recrutamento e hipersensibilidade ao som (hiperacusia) (19). Este estudo constatou que grande parte dos participantes (43,5%) referiu desconforto a sons intensos, concordando com outros estudos (3). Hiperacusia ou hipersensibilidade aos sons o constante incomodo a sons de intensidade fraca, moderada ou forte, independente da situao ou ambiente (3,19).

Vale ressaltar, que leses do rgo de corti, hiperacusia, zumbido, entre outras alteraes podem impedir ou dificultar a utilizao plena das habilidades auditivas, prejudicando a qualidade de vida dos indivduos (19). Um nmero significativo dos respondentes 36,5% referiu apresentar dificuldade em perceber sons e compreender fala em ambientes ruidosos, corroborando pesquisas similares (2, 4, 8,10).

O impacto negativo do uso inadequado desses equipamentos sobre a audio, sem dvida pertence ao campo da sade pblica (1). Os equipamentos portteis individuais esto chegando cada vez mais cedo s mos e ouvidos dos jovens, torna-se evidente a necessidade da implantao precoce de aes educativas desde o ensino fundamental. Neste estudo observou-se uma correlao inversa entre o tempo de exposio e a faixa de idade, ou seja, os mais jovens tm uma propenso a utilizar o player porttil em maiores intensidades (p=, 000).

A maioria dos sujeitos entrevistados (91,5 %) acredita que o uso de estreos pessoais em volume mximo pode causar perda auditiva e 75,5% j obtiveram alguma informao sobre os efeitos nocivos que o rudo pode trazer para sade, estes achados esto de acordo com outros estudos similares (5, 8). Contrariamente, em num estudo realizado em So Paulo 85% dos jovens acreditam que o uso desses equipamentos em intensidade elevada no causa perda auditiva (6).

Apesar do amplo percentual de jovens que j tiveram acesso a informaes sobre os efeitos nocivos do rudo sobre a sade, os achados aqui descritos demonstram que um grande contingente permanece com hbitos de uso inadequados desses equipamentos. Vrios autores discutem a falta de aes de proteo e preveno das alteraes auditivas ocasionadas especificamente por exposio msica amplificada (2,4).

A escola o meio de informao menos citado pelos participantes (23,8%) e o mais citado a TV/Rdio (40,8%). Outros meios citados foram a internet (29,8%), profissionais de sade (26,0%) e a mdia escrita (23,8%). Estes nmeros sugerem uma participao insignificante da escola frente ao papel que desempenha na formao dos jovens.












CONCLUSO

Os sintomas auditivos mais prevalentes nos usurios de equipamentos portteis individuais foram desconforto a sons intensos, dificuldade em perceber sons e compreender fala em ambientes ruidosos, plenitude auricular, zumbido, otalgia e hipoacusia. Quanto maior a idade menor a presena de sintomas aps o uso e quanto menor a faixa etria maior a prevalncia do zumbido nesta populao

Os hbitos dirios de exposio evidenciam o uso inadequado desses equipamentos caracterizados por longos perodos de exposio, intensidades elevadas, uso frequente e preferncia pelos fones de insero.

Apesar de quase a totalidade (91,5%) dos jovens acreditarem que o uso de estreos pessoais em volume mximo possa causar perda auditiva e referirem informaes prvias sobre os efeitos nocivos do rudo sobre a sade, um grande contingente permanece com hbitos de uso inadequados desses equipamentos.

A escola figura como o meio de informao que menos contribuiu para a formao do conhecimento acerca dos efeitos nocivos do rudo. Sugere-se uma participao mais ativa da escola frente ao papel que desempenha na formao dos jovens, desenvolvimento de aes educacionais sobre os riscos que a exposio inadequada aos rudos pode causar a sade.


REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

1. Tarantino M. Cuidado: o som alto do seu tocador porttil pode provocar perda auditiva. Revista eletrnica Medicina e Bem Estar capturada, novembro 2006. Disponvel em: http://www.terra.com.br/istoe/1932/medicina/1932_abaixe_o_volume.htm Acesso em 15.11.09

2. Bahia CS, Borja ALV. Sintomas auditivos referidos pelos usurios de player porttil. In: XVIII Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia. Anais; 2009. Salvador (BA); 21 a 24 de outubro. p. 2141.

3. Morata TC, Santos UP. Efeitos do rudo na audio. In: Santos UP. Rudo: riscos e preveno. 1 Ed. So Paulo: Hucitec; 1999, pp. 43-53.

4. Ventura CT, Fiorini AC. Msica amplificada: uma reviso sobre seus efeitos na sade. In: XVIII Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia. Anais; 2009. Salvador (BA); 21 a 24 de outubro. p. 2698.

5. Borja ALV, Souza BF, Ramos MM, Arajo RPC. O que os jovens adolescentes sabem sobre as perdas auditivas induzidas excesso de rudo? Rev Cinc Md e Biol. 2002, 1(1):86-98.

6. Russo ICP, First D, Abud NCD. El uso del estreo personal: conocimiento y la concienciade los adolescentes. Asha. 2009, 1:22-37.

7. Momensonh-Santos TM, Freitas TVD, Molinaro MCG, Lamas C, Bueno C, Nogueira M. O uso dos equipamentos de som pessoais e a presena de zumbido. In: XVIII Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia. Anais; 2009. Salvador (BA); 21 a 24 de outubro. p. 2201.

8. Nascimento DP, Santos APB, Yonezaki C. Efeitos do uso excessivo de equipamentos eletroportteis em altos nveis sonoros na audio. In: XVII Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia. Anais; 2008. Campos Jordo (SP); 24 a 27 de setembro. p. 1149.

9. Gonalves VSb, Lacerda JMV, Brito LKB, Oliveira NCM. Estudo dos hbitos auditivos em estudantes de escola privadas na cidade de Joo Pessoa. In: XVIII Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia. Anais; 2009. Salvador (BA); 21 a 24 de outubro. p. 2417.

10. Jorge Jr. JJ, ALegre ACM, Greco MC, Angelini MCA, Barros PM. Hbitos e limiares auditivos de jovens em relao msica eletronicamente amplificada atravs de equipamentos com fone de ouvido. Rev Bras de Otorrinolaringol. 1996, 62(6):424-34.

11. Momensonh-Santos TM, Lopes MKD. Uso de sistemas de som estreos pessoais em um grupo de trabalhadores. In: XVII Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia. Anais; 2008. Campos Jordo (SP); 24 a 27 de setembro. p. 173.

12. Garstecki D. Fones de ouvido IPods podem danificar audio. Planto INFO, janeiro. 2006. Disponvel em: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012006/02012006-6.shl. Acesso em 20 de out. 2010.

13. Andrade AIA, Russo ICP, Lima MLLT, Oliveira LCS. Avaliao auditiva em msicos de frevo e maracatu. Rev Bras de Otorrinolaringol, 2002, 68(5):714-720.

14. Jorge Jr JJ, Alegre ACM. A audio dos jovens e sua relao com hbitos de exposio msica eletronicamente amplificada. Introduo ao tema e uma reviso bibliogrfica. Rev Bras de Otorrinolaringol. 1995, 61(1):7-13.

15. Russo ICP, Momensohn TM, Busgaib BB, Osterne FGJ. Um estudo comparativo sobre os efeitos da exposio msica em msicos de trio eltrico. Rev Bras de Otorrinolaringol. 1995, 61(6):477-484.

16. Silveira JAM, Brando ALA, Rossi JD, Ferreira LLA, Name MAM, Estefan P, Gonalez F. Avaliao da alterao auditiva provocada pelo uso de walkman, por meio da audiometria tonal e das emisses otoacsticas (produto de distoro): estudo da 40 orelhas. Rev Bras de Otorrinolaringol. 2001, 67(5):650-654.

17. Russo ICP. Rudo, seus efeitos e medidas preventivas. In: ______ (Org). Acstica e Psicoacstica aplicada fonoaudiologia. 1 Ed. So Paulo: Lovise;1999, pp. 157- 169.

18. Santos-Momensohn TM, Duran A. Risco de perda auditiva por uso de discman: estudo sobre os nveis de presso sonora medidos em sistema de CD player. Rev Distrbio da Comunicao. 1995, 61(3):7-13.

19. Tochetto TM, Gonalves MS, Gambini C. Hiperacusia em msicos da banda militar. Rev Soc Bras Fonoaudiol. 2007, 12(4):298-303.









Tiara Santos da Luz1, Ana Lcia Vieira de Freitas Borja2.
1) Graduao em Fonoaudiologia. Fonoaudiloga.
2) Mestre em Medicina e Sade Humana pela Fundao Bahiana para o Desenvolvimento das Cincias, FBDC, Brasil. Docente da Universidade Federal da Bahia.

Instituio: Universidade Federal da Bahia - Instituto da Cincia da Sade. Salvador / BA - Brasil. Endereo para correspondncia: Tiara Santos da Luz - Rua Augusto Viana s/n Bairro: Vale do Canela - Salvador / BA - Brasil - CEP: 40110-060 - Telefone: (+55 71) 8628-7013 - E-mail: tiaraluz87@hotmail.com

Artigo recebido em 15 de junho de 2011. Artigo aprovado em 14 de novembro de 2011
  Print:

 

All right reserved. Prohibited the reproduction of papers
without previous authorization of FORL © 1997- 2024