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877 
Ano: 2012  Vol. 16   Num. Suppl. 1  - Maio - (3º)
DOI: 10.7162/S1809-9777201200S1C-003
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Seção: XXXIX CONVENTUS - Oral Presentation
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AVALIAÇÃO ELETROACÚSTICA E ELETROFISIOLÓGICA EM LACTENTES QUE TIVERAM MENINGITE BACTERIANA
ELECTROACOUSTIC AND ELECTROPHYSIOLOGICAL EVALUATION IN SUCKLES THAT HAD HAD BACTERIAL MENINGITIS
Author(s):
Daniela Polo Camargo da Silva, Priscila Suman, Jair Cortez Montovani
Resumo:

Objetivo: Analisar os achados eletroacústicos e eletrofisiológicos em lactentes que tiveram meningite bacteriana (MB). Material e Método: Lactentes com diagnóstico de MB realizaram avaliação auditiva por meio das emissões otoacústicas evocadas transientes (EOET) e potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE). Resultados: Foram avaliados 24 lactentes, com idade média de 2 meses, 20 prematuros, destes nove com prematuridade extrema. Outros indicadores de risco presentes foram: uso de medicamentos ototóxicos (100%), permanência prolongada em UTI (87%), uso de ventilação mecânica (60%), índice de Apgar baixo (50%) e ocorrência de hemorragia peri-intraventricular (37%). As EOET estavam presentes em 100% dos lactentes. No PEATE encontramos valores médios de latências absolutas na orelha direita de 1,42 ms para a onda I; 4,07 ms em III e 6,32 ms em V, na orelha esquerda de 1,44 ms para a onda I; 4,11 ms em III e 6,37 ms em V. Para as latências interpicos à direita encontramos valores médios de 2,64 para I - III, 2,26 para III - V e 4,90 para I - V, na orelha esquerda encontramos 2,64 para I - III, 2,34 para III - V e 4,91 para I - V. Conclusão: A meningite bacteriana é a causa mais comum de surdez adquirida em crianças. Em média, 5 a 35% dos pacientes acometidos desenvolvem disacusia neurossensorial, sendo profunda e bilateral em 4%. Porém neste estudo nenhum lactente apresentou disacusia e atribuímos ao tratamento precoce com dosagem de antibiótico dependente da taxa de filtração glomerular.

Abstract:

Objective: To analyze the eletroacoustics and electrophysiological findings in suckles that had had bacterial meningitis (MB). Material and Method: Suckles with MB diagnosis had carried through auditory evaluation by means of the otoacoustic transient emissions evoked (EOET) and evoked potential auditory of brainstem (PEATE). Results: 24 suckle had been evaluated, with average age of 2 months, 20 premature, of these nine with extreme prematurity. Other pointers of risk gifts had been: ototoxic medicines use (100%), permanence drawn out in ICU (87%), use of ventilation mechanics (60%), index of low Apgar (50%) and occurrence of hemorrhage to peri-intraventricular (37%). The EOET were gifts in 100% of suckle. In the PEATE we find average values of absolute latencies in the right ear of 1,42 ms for wave I; 4,07 ms in III and 6,32 ms in V, the left ear of 1,44 ms for wave I; 4,11 ms in III and 6,37 ms in V. For the interpeak latencies to the right we find average values of 2,64 for I - III, 2,26 for III - V and 4,90 for I - V, in the left ear we find 2,64 for I - III, 2,34 for III - V and 4.91 for I - V. Conclusion: The bacterial meningitis is the cause most common of deafness acquired in children. On average, 5 to 35% of the attacked patients develop sensorineural dyacusis, being deep and bilateral in 4%. However in this study no suckle presented dyacusis and attributes to the precocious treatment with dosage of dependent antibiotic of the filtration tax to glomerular.

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